Como definir o preço de venda?


Será que o preço do meu produto está correto? Quais despesas devo levar em conta para formar o preço do meu produto?

Provavelmente, você empresário já deve ter se deparado com essas perguntas, entre outras que assombram a vida de muitos empresários. Isso porque muitas vezes não se tem conhecimento técnico nem clareza dos custos do processo para isso. E ter um preço mal formado é sinônimo de prejuízo!

Mas não se preocupe, existem algumas técnicas para aplicarmos na formação de preço do produto.

Aqui você vai conhecer os principais pontos que devem ser levados em consideração para a formulação do preço. São três: Despesas Variáveis (custo da mercadoria vendida, comissões sobre vendas, impostos), Despesas Fixas e Margem de Lucro, além de analisar o preço praticado no mercado.

  1. Nas Despesas Variáveis devem constar todas as despesas ligadas diretamente a fabricação do produto, por exemplo na fabricação de uma torta são todos os ingredientes (matéria-prima), a embalagem, o percentual de comissão (se for o caso) e de impostos. Nesse caso a ficha técnica para cada produto é recomendada para uma análise individual;

  2. As Despesas Fixas são todas as despesas recorrentes mensalmente, independentemente da quantidade vendida: salários, aluguéis, IPTU, seguros, honorários, depreciações, etc. Nesse caso é importante ter o fluxo de caixa e a DRE sempre atualizados e completos para que não haja distorções;

  3. A Margem de Lucro é aquele percentual que o empresário quer ter de retorno sobre seu investimento, esse percentual depende de alguns fatores, por exemplo o setor em que ele se encontra.

Importante lembrar que para uma boa precificação, é importante que seus controles e gestão financeira sejam regulares e bem definidos. Isto lhe permitirá identificar quais as despesas podem ser reduzidas deixando assim, sua margem de lucro saudável e seu preço competitivo.

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